Sala de Imprensa

O ajuste fiscal gradual será a nossa saída da crise

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, afirmou, nesta quinta-feira 15, no Rio de Janeiro, que somente a aprovação da PEC 241 vai garantir um ajuste fiscal gradual e a saída da atual crise econômica. "Nós estamos vivendo uma crise sem precedentes em toda a história do País. Somente um ajuste gradual, contendo os gastos públicos, vai garantir a superação deste momento no Brasil", disse Mansueto, para quem não adianta somente o ajuste fiscal, mas também se aprovar com urgência a reforma da Previdência. "Não há como se conter… ... continue lendo →

País precisa de mais de R$ 300 bi em saneamento

A diretora de Infraestrutura e Sustentabilidade do BNDES, Marilene Ramos, disse que a estimativa feita em 2012 no Plano Nacional de Saneamento Básico de que seriam necessários investimentos de R$ 300 bilhões em 20 anos para universalizar o abastecimento de água e o acesso à rede de esgoto no Brasil já está defasada, considerando a situação atual. A busca dessa universalização é uma das prioridades da atual gestão do banco estatal de fomento que elegeu, além do saneamento, o transporte público sobre trilhos e as energias renováveis, como os segmentos em que será… ... continue lendo →

Vivemos o caos no ordenamento jurídico das concessões

O jurista e consultor Marçal Justen Filho não poupou críticas ao marco regulatório e ao ambiente jurídico brasileiro, frente aos desafios das concessões para avançar no setor de infraestrutura, durante a Sessão Especial do Fórum Nacional, nesta quarta-feira, dia 14, no Rio. “O direito existe para ajudar. Mas, as vezes, no Brasil, para atrapalhar. Isso acontece devido à intervenção total do estado brasileiro em todos os setores. O resultado prático é que o direito brasileiro não consegue atender às demandas do País. Isso porque não há leis, apenas um marco regulatório. E a… ... continue lendo →

Brasil vai precisar de R$ 250 bi por ano em infraestrutura

O presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e da Indústria de Base (Abdib), Venilton Tadini, disse em palestra na Sessão Especial do Fórum Nacional que a uma taxa de crescimento de 4% ao ano e considerando o ideal da década de 1970, quando o Brasil chegou a investir 5,4% do PIB em infraestrutura, a necessidade de investimento anual no setor fica em torno de R$ 250 bilhões. Nessa conta, os investimentos totais na economia seriam de 20% do PIB ao ano, cerca de R$ 1,2 trilhão. De acordo com Tadini, a situação de… ... continue lendo →

O Brasil vai continuar a ser o eterno país do futuro se não resolver a infraestrutura

O presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges, apresentou um resumo otimista sobre o cenário dos 19.683 quilômetros de malha rodoviária nacional concedida, dos quais 9.970 são concessões federais. César Borges alertou, no entanto, para os desafios a serem enfrentados para o avanço dos programas de concessões de rodovias brasileiro. "O País é carente em infraestrutura. Os Estados Unidos têm 20 vezes mais rodovias pavimentadas que o Brasil. Nós estamos atrasados. O Brasil vai continuar a ser o eterno país do futuro se não resolver a infraestrutura", disse Borges.… ... continue lendo →

Concessões de 2013 exigem aumento de tarifa

O economista e consultor Raul Velloso disse que as concessões rodoviárias feitas pelo Estado em 2013 quebraram por uma combinação de uma recessão sem precedentes, redução do crédito subsidiado do BNDES, aumento do preço do asfalto, Lei dos caminhoneiros e aumento da taxa de juros, além de outros fatores, como atrasos no licenciamento ambiental, e vão exigir um rearranjo contratual, que deverá incluir algum aumento de tarifa. “Não há como se iniciar um novo momento sem resolver os problemas herdados do governo anterior”, afirmou. Sobre a recessão, Velloso disse que os contratos previam… ... continue lendo →

A obsessão do governo é a criação de parcerias de investimento

O secretário de coordenação do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) Tarcísio de Freitas disse nesta quarta-feira, dia 14, durante a Sessão Especial do Fórum Nacional, no Rio, que a busca de parcerias de investimentos é uma verdadeira obsessão do governo Michel Temer, e classificou como extremamente delicado o atual cenário brasileiro. "É uma obsessão do governo a criação de parcerias de investimento. Estamos em um momento delicado, de instabilidade na política regulatória, entre outros erros do passado, que geram desemprego e conflito social. Uma das formas de se enfrentar os desafios será… ... continue lendo →

Para crescer comercialmente é preciso vencer concorrência

Em palestra durante o primeiro painel da Sessão Especial do Fórum Nacional, o embaixador Marcos Galvão, secretário geral de Relações Exteriores do Itamaraty, disse que com a queda do ritmo do comércio mundial, que após a crise de 2008 vem se dando no mesmo ritmo do Produto Interno Bruto (PIB), quando historicamente crescia o dobro, os países que quiserem aumentar a participação nesse comércio terão que “vencer a concorrência e ocupar os espaços de outros”. Essa nova realidade, em sua opinião, impõe ao Brasil, que pretende ampliar sua fatia nesse comércio, um grande… ... continue lendo →

Ajuste fiscal não pode ser uniforme

Em palestra que teve como mote a superação da crise econômica brasileira no curto, médio e longo prazos, o economista Aloisio Araújo, diretor da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), disse que “não se pode fazer um ajuste fiscal uniforme”, prejudicando investimentos que vêm dando certo, como na educação infantil. Após lembrar que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que estabelece um teto para os gastos públicos, e as reformas necessárias à recuperação econômica sofrerão a ação de “lobbies” poderosos, como os da saúde, da educação e dos gastos… ... continue lendo →

O cenário de exportações para o Brasil ainda é pouco favorável

O diretor geral da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), Ricardo Markwald, apontou um cenário pouco favorável para uma reação das vendas de produtos e serviços brasileiros no exterior, pelo menos para os próximos três anos. De acordo com Markwald, só haverá uma pequena reação no segundo semestre de 2018, mesmo assim, ainda contaminado pela crise brasileira. "O que se espera para os próximos anos é um crescimento mundial de, no máximo, 3%, contra 6% até 2007, antes da crise global. Porém, não se repetirá o crescimento registrado entre os anos… ... continue lendo →

Bacha: integração como base para o crescimento

Em palestra durante a abertura da Sessão Especial do Fórum Nacional, o economista Edmar Bacha, diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica Casa das Garças, defendeu a abertura ao comércio internacional como alternativa para o Brasil transitar da condição de economia média para economia desenvolvida. “Todos os países que mudaram de padrão de desenvolvimento após a Segunda Guerra Mundial o fizeram por meio de crescente integração internacional”, afirmou. Bacha destacou que enquanto os Estados Unidos são a maior economia do mundo e a segunda maior exportadora, e a China, segunda maior economia… ... continue lendo →

O Brasil continua fechado e com ambiente de negócios ruim

O economista e presidente da Inter.B Consultoria, Cláudio Frischtak, defendeu, nesta quarta-feira 14, a retomada da estratégia de reformas fundamentais para o estado brasileiro voltar a crescer. "Ou retomamos o caminho das reformas, ou estamos fadados ao fracasso", disse Frischtak, apontando que, nos últimos 20 anos, o Brasil teve 15 anos de governos reformistas: Collor, que avançou muito nas privatizações, apesar da derrocada final; os períodos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso; e o primeiro governo Lula. "Mas cometemos erros bárbaros na microeconomia. Nós estamos abrindo mão de 1,5% de PIB anual de… ... continue lendo →